Recap é uma série de postagens nas quais eu recapitulo os textos publicados no mês anterior. Vai ao ar sempre no primeiro sábado do mês às 11:00hs. Nesses textos também faço algumas ponderações rápidas sobre o Backlogger e atualizo sobre as atividades mais recentes sobre blog.
Ponderações do mês
Era para ter saído mais alguns textos esse mês, porém dei uma desanimada semanas atrás. Acho que dá para perceber isso com o fato desse Recap ter saído uma hora depois do que ele deveria porque nem pra isso eu me animei a fazer.
A razão do meu desânimo tem múltiplos fatores. Tanto meu trabalho quanto algumas questões familiares tem me desmotivado a fazer qualquer coisa, principalmente escrever. Isso tá mudando pouco a pouco, entretanto continuo sem muita vontade para dar sequência aos rascunhos que tenho aqui. Outro motivo também foi por conta de um erro que deu no algoritmo do Google em que o blog parou de aparecer no Discover. Não fui o único afetado pelo problema e ele continuou persistindo até alguns dias atrás. Mas para o bem de todos e felicidade geral da nação, nesses últimos dias parece que o problema foi resolvido e o blog já está sendo recomendado no Discover de novo.
Então, vai demorar ainda para eu recobrar meu ritmo e ânimo, mas uma hora eu fico de volta a ativa. Aproveito também para mencionar que criei uma nova categoria para site: Rapidinhas. Para resumir, é um quadro em que pretendo fazer textos mais curtos cobrindo alguns títulos menos como jogos rápidos, curtas-metragens, episódios específicos de uma série, mangás com poucos capítulos, etc. Já teve uns cinco exemplos esse mês como vocês poderão ver nos itens abaixo e pretendo manter o quadro ativo sempre que possível.
No mais é isso, pessoal. Espero que meu ânimo volte nos próximos dias e agradeço a compreensão de qualquer um que acompanhe religiosamente esse blog, caso você exista de fato!
15 anos de Vila do Nevoeiro, um clássico obscuro do RPG Maker
O artigo de Vila do Nevoeiro era para sair no final de outubro para fechar o mês do Halloween, contudo levou um tempo a mais para revisar. Esse foi um projeto histórico de RPG Maker – que conheci nas primeiras comunidades que frequentei – que captou o interesse do pessoal pelos seus gráficos pré-rendarizados. Esse ano Vila do Nevoeiro completou 15 anos e decidi prestar uma homenagem através de um texto.
Turnip Boy Commits Tax Evasion (2021): não confiem nesse nabo!
Para estrear a já mencionada categoria de Rapidinhas, escolhi Turnip Boy Commits Tax Evasion que era um jogo que eu estava há tempos querendo jogar e a Epic deu de graça no início do mês. É um jogo curto que eu não tinha muita coisa para falar, então foi ideal para uma review curtinha que me fez gostar do formato.
The Hug (2018): Five Nights at Freddy’s, porém bom!
Como eu queria diversificar nas mídias que eu usaria para estrear as Rapidinhas e o filme de Five Nights at Freddy’s tinha acabado de lançar, aproveitei a oportunidade para falar de The Hug. É um curta de 2018 que obviamente estava aproveitando o nicho que FNAF criou e eu acho bem legal. Tanto que eu acredito que ele é o que melhor aplica esse conceito de bonecos animatrônicos assassinos.
Sand Land (2000): Akira Toriyama não desperdiça
Eu li Sand Land em outubro e queria fazer um texto sobre ele, porém não sabia exatamente qual ponto iria explorar. Com a chegada das Rapidinhas, houve ali uma oportunidade de falar brevemente de algo que achei bem interessante no mangá que é a precisão com a qual o Akira Toriyama criou essa história.
REDO! (2019): rejogue, rejogue imediatamente!
REDO! é um metroidvania enxuto que serve como uma boa introdução para aqueles que não querem passar muitos perrengues com backtracking. Mas o verdadeiro charme deles e encontra no seu New Game+ que cria toda uma nova experiência de jogo ao mudar os monstros e itens de lugar.
Epic Games “Store” & eu
Por mais que eu deseje a falência da Epic tanto quanto da Konami, esse texto não foi um ataque a empresa ou a sua loja de jogos. Na verdade foi uma tentativa sincera de tentar explicar porque a Epic Games Store simplesmente não entra no meu imaginário como loja, algo que sinto acontecer com muito mais pessoas internet a fora
O “oitento-noventismo” de Blazing Chrome
Esse ano consegui jogar todos os títulos de um estúdio indie brasileiro, a JoyMasher. O terceiro jogo deles, Blazing Chrome, é o meu favorito e nesse texto o utilizei para discutir uma velha impressão que eu tenho sobre como a cultura pop, sobretudo relacionada a jogos, das décadas de 80 e 90 meio que se fundiram no nosso imaginário da época.
A não-discussão sobre se pode remake no GOTY
Graças as Rapdinhas eu acabei não tendo muito tempo pra mergulhar nas tretas do mês. Porém o The Game Awards incentivando que eu voltasse ao quadro. Depois do anúncio dos candidatos para categoria do GOTY, o Twitter começou mais uma das suas discussões bobas: que Resident Evil 4 não deveria concorrer por ser um remake. Obviamente eu não poderia deixar essa besteira passar batido!
Joguei Vengeful Guardian: Moonrider e, bom,
prefiro muito mais Blazing Chrome!
Acho que com esse título não tem muito o que falar, né? O último título da JoyMasher, Vengeful Guardian: Moonrider não é um jogo ruim, mas não consigo chamá-lo de satisfatório. Os visuais e trilha sonora podem ser fenomenais, mas é um jogo tão dolorosamente fácil que tira toda a graça da gameplay que deveria demandar um pouco mais de desafio.
Scott Pilgrim Contra a “Adaptação Fiel”
Acho que já deu de Rapidinha para esse mês, né? Eu só queria aproveitar o lançamento de Scott Pilgrim Takes Off já que a série desvia bastante da história da graphic novel original, achei que seria uma boa comentar sobre o que pensa dessa obsessão por “adaptações fiéis”.
Ahriman’s Prophecy (2004): Experimentação vs Sofisticação
Um texto que demorou tempo demais pra sair, mas antes tarde do que mais tarde ainda. Ahriman’s Prophecy foi um dos primeiros jogos de RPG Maker que eu conheci, isso antes mesmo de saber da existência dessa ferramenta. Feito no RPG Maker 2k3, o jogo seguia por uma linha de RPG de ação sendo um dos primeiros exemplos de combate em tempo real nessa plataforma. Embora não fosse um sistema sofisticado, o jogo não deixava de impressionar pelo que tentou fazer. E é sobre isso que comentei no texto.
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